Invisalign: minha experiência

Recentemente recebi alta do meu tratamento ortodôntico com alinhadores invisíveis – conhecidos pela marca Invisalign. Esse tipo de tratamento é uma alternativa para quem precisa (ou quer) corrigir os dentes, mas não quer usar os aparelhos fixos de metal ou cerâmica, que foi o meu caso.

Usei aparelho durante a adolescência. Na época, o aparelho corrigiu os dentes que nasceram tortos, mas cinco dentes do ciso* e 20 anos depois lá estava eu com parte do sorriso desalinhado. Corrigir os dentes não era caso de urgência, mas eu também lidava com complicações na gengiva, justamente por conta dos dentes tortos. Então fui pesquisar o mercado e entender melhor sobre os alinhadores invisíveis.

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Confesso que o que mais me atraiu no Invisalign é o fato de ser um aparelho móvel. Ou seja, dá pra tirar para comer, para fazer minha higiene bucal, para fazer apresentações públicas, etc.

Essa liberdade com o aparelho é maravilhosa. Mas tem um detalhe: se você não se comprometer a usar o Invisalign por, pelo menos, 20 horas por dia, o tratamento não terá resultado. Ou seja, sim ele é móvel, mas não é pra ficar passeando na bolsa.

Como funciona?

O  tratamento é inteiramente acompanhado por um Ortodontista responsável. É o seu Dentista que discutirá com você a melhor forma para o seu tratamento, e como será o  movimento dos dentes. Depois, entra a parte de produção das placas.

No meu caso, foram 23 sets (como o da foto acima). Mas os sets foram divididos em duas etapas: na primeira 12, e na segunda 11. A cada dois meses eu tinha uma consulta de manutenção, e durante a consulta recebia meus sets. Eram três sets de cada vez, e eu devia troca-los a cada 3 ou 2 semanas.

Durante o intervalo entre uma etapa e outra, fiquei mais de dois meses com o mesmo set – que funcionou como uma espécie de mantenedor.

No meu caso, o tratamento durou um total de 15 meses. Os dentes estavam alinhados ao final das 12 primeiras placas, mas meu Ortodontista não estava satisfeito com o alinhamento da mordida. Seguindo a orientação dele, decidimos continuar uma segunda etapa.

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Antes e Depois: se você estiver considerando Invisalign saiba que mesmo sendo um aparelho móvel, talvez você tenha pequenas garras (attachments) grudadas em seus dentes. Os moldes usam essas garrinhas para puxar o dente e fazer o movimento necessário. 

Como cada caso é um caso, não dá pra ficar falando sobre o meu tratamento em particular. Mas se você está considerando Invisalign aqui vão minhas considerações.

Positivos e Negativos

Em primeiro lugar, entenda que durante o tratamento é preciso ficar com os aparelhos na boca por, pelo menos, 20 – das 24 horas – do dia. Sem chororô. É preciso disciplina e compromisso. Dá pra tirar pra comer, mas não pra ficar tomando cafezinho durante o dia.  Outros pontos a serem considerados:

  • vai rolar uma lingua presa.
  • vai machucar a lingua e as bochechas, especialmente nos dois primeiros dias com um set novo (mas o fixo também machuca).
  • vai dar dor de cabeça. Vai doer pra comer. Vai doer. Fato. Especialmente nos dois primeiros dias com um set novo.
Os dentes estão sendo re-alinhados e é desconfortável.
  • dá pra tirar quando sair com a turma, pra ir num jantar romântico, e pra comer milho.
  • dá pra usar fio dental. Aliás, a higienização bucal continua a mesma. Lembre-se que é sempre bom ser um pouco mais cuidadosa(o) quando comer e colocar os aparelhos de volta.
  • o tratamento é consideravelmente rápido, e as visitas de manutenção no dentista são só pra pegar os novos sets, e pra que ele ou ela possam checar se o encaixe está direitinho (em outras palavras, é pra ver se você está cumprindo com as 20 horas mesmo).
  • lembre-se também que, mesmo sendo uma opção móvel, o tratamento pode sugerir que você tenha as “garrinhas” grudadas no dente, e essas são fixas (e praticamente invisíveis.
Sobre o preço

É difícil falar sobre preço, porque esse é um fator que varia muito conforme sua localização e o profissional que você escolher. Mas entendo que, assim como pra mim, a questão financeira é um dos pontos principais na decisão de qual tratamento optar.

Por isso, vou te contar que, no meu caso, logo que na fase de orçamento, descobri que os valores eram os mesmos entre Invisalign ou o Fixo Tradicional (com um acréscimo caso eu optasse pelo fixo de cerâmica, que é da cor dos dentes). Com isso, deu pra eliminar da decisão o quesito preço. Mesmo quando decidimos que seria necessária uma segunda etapa com mais 11 sets de alinhadores, o valor do tratamento não mudou. **

Para encerrar

Definitivamente recomendo. Com exceção de adolescentes – já até aviso meu filho (de 7 anos) que ele não vai usar Invisalign se precisar de aparelho -, porque não acredito que essa seja uma opção eficiente para quem ainda está aprendendo lidar com responsabilidade. TEM QUE USAR  (20 horas por dia, no mínimo), ou não faz o efeito desejado. Entende?!

By the way: esse post é pra colaborar com quem está na fase de pesquisa e representa minha opinião e experiência.

Fico por aqui, mas se você quer mais informações, é só me escrever – gabihoover@estrangera.com ou deixa seu comentário abaixo.

* Sim, você leu CINCO (5) dentes do ciso. Por alguma razão na linha de evolução, eu vim pra esse plano com um dente do ciso a mais. O dito cujo era um “dente anão” mas estava lá.

** Leve em consideração que as práticas – e os impostos – são diferentes de País para País.

Faça um canto verde

Em Nárnia o frio dura uma eternidade. Sério 😮. Hoje, por exemplo, dia 17 de abril de 2018, enfrentamos neve, ventania, gelo, e céu cinza. O Inverno aqui é a estação mais longa. Rabugento que é, rouba do Outono e da Primavera um pouco mais de tempo. E contra esse fato não tem pensamento positivo que ajude uma alma tropical se animar.

Mas… temos plantas. E plantas e pensamento positivo andam assim… lado a lado. Colocar plantas pela casa e cuidar delas, por exemplo, são uma forma boa de espantar os “blues” do inverno.

Todo esse preambulo só porque eu quero te mostrar esse cantinho em casa:

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Esse Canto que era feio e apagado, e que me pedia – d.e.s.e.s.p.e.r.a.d.a.m.e.n.t.e – uma planta. Sim, o Canto queria uma planta. E eu queria dar uma planta pra ele.

O problema é que pobrezinho do Canto fica no cantinho mais apagado da casa. Não tem janela, ou qualquer luz natural que favoreça. Ou seja, nem a suculenta mais resiliente do planeta sobreviveria ali.

Dizem que querer é poder né. 😉  Então…  Coloquei a mente pra trabalhar e o coração para ouvir. Fucei em Pinterest, Instagram, e revistinhas de decoração. Fui passear nas lojas de construção e DIY por aqui. Aí descobri um “tesourinho” aqui, outro “tesourinho” ali.  E.. “voilá” 💃🏼…

O Canto ganhou um jardim.

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.. e com espaço para expansão.

O truque foi colocar uma luminária com lâmpada de LED específica para o crescimento das plantas – em inglês chama “grow light”. Também acertamos um timer para monitorar o tempo de luz para as plantas, 10 horas por dia.

O projeto ficou super em conta e deu vida nova pro Canto e pra casa.

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essa fotinho vai pro #desafiopbn do Ig da @_aninhapalombo – http://www.palombina.com.br  Acho que faltou algo na minha mão (☕️), fiquei ali camuflada na parede, mas as plantinhas estão lindas né! 

Logo a Primavera, finalmente, encontrará seu caminho aqui pra Nárnia. Daí o clima firma, dias longos e quentes. As plantinhas  ganham casa de verão, para ficarem mais no sol de verdade.

Até lá, eu vou curtindo o Canto, as vezes com uma xícara de café; outras com a camera do telefone.

😉 Até a próxima!

 

Socorro! Voltei da folga

Para. Respira.

Quantas vezes eu deixei que esse over load de afazeres pós férias me ancorasse. E não que eu esteja livre de acontecer novamente, a diferença de agora é que mudei a forma como olho para a situação e criei uma estratégia que funciona para meu #lifestyle.

Explico

Como optei por ser o que aqui nos EUA chamam de “home maker” (fazedora de lar), em minha família sou eu a responsável pela administração e cuidados com a casa; recentemente também passei a cuidar de meu negócio criativo e pessoal, ao mesmo tempo que invisto em aprendizado e atualização profissional.

Para dar conta de tudo, tive que montar uma estratégia dividindo os dias uteis da semana. Eu conto nesse video rapidinho, gravado diretamente da lavanderia de casa.

 

Isso de deixar um dia da semana para os afazeres domésticos e as “saídas”, tipo a ida ao supermercado, me ajudou muito a organizar a semana e, assim, focar no intelectual quando estou no módulo “escritório”.

Mas aí ainda tem aquele dia de ir ao médico, dentista, reunião, etc. Como faço?

Uso a flexibilidade que esse modelo me permite. Eu tento agendar o máximo de compromissos externos em um dia só. Se tenho uma janela grande entre eles, vou para um café ou para a biblioteca local. Normalmente, esses estabelecimentos me oferecem silencio, um sofá ou um cantinho numa mesa com outras pessoas, e energia criativa. Na Biblioteca é de graça. No café, que é um estabelecimento comercial, custa – adivinha? – um café.

Ferramentas que me ajudam

Sou tipo “freak” de organização. É assim com meu guarda-roupa, minha caixa de maquiagem, a geladeira, e, claro, minha agenda. Também gosto de escrever, por isso tento ter a mão papel e caneta. SEMPRE.

Me cerco dessas coisinhas. Então imagina se não ADORO uma papelaria 🙄

Recentemente visitei uma por aqui, e cai de amores por algumas peças da linha de home office da Martha Stweart. Minhas favoritas: uma mochila preta, básica, que é praticamente um escritório portátil; e um calendário “dry eraser” que coloco na parede com as atividades do mês.  Por que gostei tanto? – praticidade, e porque os produtos são clean, de qualidade, sem branding excessivo.

Ahhh.. também virei fã da Create 665 The Happy Planner, que tem TUDO para quem adora planejar. Com os produtos deles, fica fácil usar a imaginação e criar um planner do jeito que funciona pra gente.

 

E você? Conta como é a sua experiência. O que funciona no seu dia-a-dia? O que te ajuda organizar a vida em casa e no trabalho?  Deixe seu depoimento, comentário, pergunta. Vamos manter essa conversa rolando. #trabalharemcasa

Até a próxima!