Just think

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What if we just stopped with all the finger pointing, the shame blaming, the “she asked for”, the bitching and moaning about others choices? What if we just respected each others individuality and uniqueness?  What if we were to finally understand that there will be no equality if we don’t embrace our differences?

#imagine

Check this article from the Fulton Express of when I represented the AAUW-NYS Board at the 50th Anniversary of the Amsterdan-Gloversville-Jhonstown (AGJ) Branch.

 

 

6 filmes de amor bem resolvido, que vão quebrar seu coração

Amor bem resolvido aceita o outro sem questionamentos. Amor bem resolvido entende que indivíduos vem com bagagem. Amor bem resolvido é magnético, mas, ao contrário do que dizem, atrai pessoas que se têm como iguais. As vezes o cinema capta essa essência do “amor bem resolvido”, mas nem sempre o final nos traz o famoso “happy ending”

Essa lista não é pra você que está num momento “sofrência” de amor. Por isso, #ficaadica: se você encontra-se num momento de desilusão amorosa, clica em outro texto. Tipo esse aqui que é empoderado: Sobre o Amor. E também vai ter Spoiller, porque  alguns dos filmes são antiguinhos tá.

Na maioria das vezes, um filme de “amor bem resolvido” tem uma jornada de descoberta entre os personagens que se gostam. Essa jornada é importante, pra envolver o expectador. Primeiro eles se conhecem, trocam umas farpinhas “flertivas“, daí uns sorrisos encabulados, e aquelas respiradas profundas que fazem a nossa espinha arrepiar. As vezes a jornada é outra, tem um terceiro ser envolvido, e um dos nossos mocinhos precisa se entregar ao verdadeiro amor.

O “amor bem resolvido” do cinema as vezes é super inocente, as vezes entre diferentes, as vezes é sobrenatural, as vezes totalmente por acaso, e as vezes super poderoso. O “amor bem resolvido” do cinema é filme de “amor romântico” (como diria um amigo meu) e vem adornado por uma fotografia impactante, trilha sonora, direção, e obviamente personagens atraentes.

O fato é que as vezes, mesmo consciente de que é filme, o “amor bem resolvido” do cinema quebra nosso coração. O filme é lindo, mas o final … Daí fica um vazio no peito que chega a doer. Por quê? Por quêêê???? 😩 😩

Se você estiver no clima pra um cineminha desses, aqui vai minha listinha água com açúcar:

1. Meu Primeiro Amor

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Esse é de quando o Macaulay Culkin ainda era um garotinho fenômeno, lá no início da década de 1990. Foi o primeiro filme que quebrou meu coração. Esse filme acompanha a Vada (Anna Chlumsky), uma garota cheia de personalidade e atitude, que pouco se importa com os padrões da “boa menina”. Ela tem um melhor amigo e está apaixonada por um de seus professores. O filme é muito fofo e traz o encanto de uma amizade verdadeira. Mas o final, quebra o nosso coração.

2. Edward Mãos de Tesoura

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Edward é a versão Frankstein do Tim Burton, e provavelmente um dos primeiros personagens em que o Jhonny Depp apareceu transformado na telona. Na época, lá no início dos anos 90, Depp e Wynona Ryder, que também faz seu par no filme, eram o casal “it” do momento, o que só contribuiu no filme. Edward Mãos de Tesoura conta a história de um “monstro” tentando se adaptar à vida no subúrbio, em meio a fofoca e curiosidade de vizinhos e à competitividade da turma popular do colégio.    Com um pezinho na critica social, o filme mostra um amor impossível, que pode quebrar seu coração.

3. Cidade dos Anjos

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Teve uma época que eu fiquei obcecada pela Meg Ryan e seu cabelo super descolado em seus filmes de amor romântico com final feliz. Daí juntaram ela e o Nicholas Cage, de anjo rebelde, com uma música mega melow do GoGo Dolls, e o final quebrou meu coração. Não me peça mais explicações.

 

4. Eu Antes de Você

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Quando encontramos alguém que nos olha como esse cara passou a olhar essa moça, não tem como não se envolver com esse filme e, por consequência, sofrer no fim. Esse é o tipo de filme de amor bem resolvido que eu nem poderia ter assistido. Na cena ao lado, minha preferida, eu soluçava, porque ela se desenrolou exatamente como imaginei. Mulheres digo-lhes uma coisa: amem alguém que as ame o suficiente para lembrar de suas mais bobas histórias. Esse filme é lindinho, tem um desenrolar polêmico (por conta da decisão do moço), e vai te deixar de luto sem mesmo saber porque.

5. Moulin Rouge

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Não lembro muito se o amor é bem resolvido nesse daqui, porque fica aquela luta do moço rico e poderoso, contra o moço inteligente, charmoso e pobre. E tem uma mocinha, que não é do tipo inocente, e não decide se quer ser feliz ou ficar famosa com diamantes no pescoço. Coloquei aqui na lista porque a trilha sonora é show de bola – com adaptações de canções do Elton John, The Police, Queen, David Bowie, entre outros; a cenografia um arraso, e o final não é aquele que esperamos.

 

6. Mulher Maravilha

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Ela é forte. Ela é astuta. Ela é linda. Ela é empoderada. O filme me surpreendeu, mas … tinha que ter uma história de amor bem resolvido e “malacabado”. Moral da história: é que nem a Mulher Maravilha consegue ser feliz em todos os quesitos da vida.

 

 

Escrevendo esse post eu consegui pensar em mais um monte de filme de amor sem final feliz, mas vou deixar pra você me contar quais quebraram o seu coração. Deixa um comentário, ou mais sugestões.

Valeu e até a próxima 😉

 

Uma cerveja com o Sócrates

Semana passada descobri, meio que por acaso, que esse ano seria aniversário dos 40 anos de quando o Sócrates foi jogar no Corinthians. Daí, que como uma coisa puxa a outra, lembrei dessa passagem: o dia que tomei uma cerveja com o Sócrates, a.k.a o Magrão (do Timão).

Ribeirão Preto, 1996: Foi tudo por um acaso. Em uma dessas coincidências da vida que depois viram “causo” engraçado e gostoso de lembrar. Naquela época, caso você não saiba, a gente não tirava selfie e telefone celular ainda era considerado coisa de gente rica.

Para ser sincera, eu não ligo e nem nunca liguei muito para futebol. Mas sou Corinthiana, por parte de pai, nascida no mesmo ano em que Magrão foi parar no Corinthians. Como se isso não bastasse, fui criança no Brasil da década de 80, numa época em que o povo clamava por Diretas Já, Constituição, e quando um jogador de futebol era ídolo, era médico, e ainda erguia o punho por justiça social. O Sócrates foi tipo “o cara”.f5dd2d6d-b1fa-4f3c-a532-dd58f727b741

Então imagine você, no auge do seu primeiro ano de faculdade, se ver em uma mesa de bar com o dito cujo logo depois do carro da sua amiga ser atingido por outro que não parou na intersecção da esquina. Pois é, foi assim …

Estávamos eu, Dani, e Hérica – com H., em um Fiat Palio azul marinho. Naquela noite a Dani, minha colega de classe que morava no Jardim Paulista, nos deu uma carona até a esquina da Camilo de Matos com Av. Meira Junior, onde ficava o pensionato em que eu e  Hérica morávamos. Era uma dessas acolhedoras noites Ribeirão Pretanas, apropriadas para mesa de bar, cerveja gelada, e conversa mole. Elementos que, segundo a história, não podem ser desvinculados da trajetória do Sócrates, que morreu em 2011 vitima de complicações de uma doença crônica chamada cirrose hepática.

De volta pro meu causo: Faltavam poucos blocos até nossa esquina, quando o carro da Dani foi atingido por outro, conduzido por alguém que não parou na esquina da Cravinhos com a Camilo de Matos. Eu não sei se de lá pra cá as vias em Ribeirão mudaram, mas na ocasião a mão era nossa. Por sorte, a Dani dirigia devagar porque a região estava horário do borburinho de saída da faculdade, e tinha barzinhos  espalhados pelas calçadas.

Desgovernado, o carro foi parar de frente na lateral de outro carro que estava estacionado por ali. Daí a sequência natural do momento: susto, aglomeração, polícia, e três motoristas na delegacia pra finalizar o B.O. (boletim de ocorrência). Eu e a Hérica fomos dar um apoio moral.

Acontece que, durante o processo, ficamos de conversê com um moço, que não tinha nada a ver com voltar pra casa da faculdade, mas que era o dono do carro estacionado e atingido. A conversa era boa, e ele nos convidou pra tomar uma cerveja e relaxar do susto. Fomos. Claro.

E aí que…. não é que o Sócrates era amigo do moço do carro estacionado e estava acompanhando todo o vuco-vuco justamente da mesa do bar, onde fomos nos sentar, pra tomar aquela cerveja relaxadora.

Estudantes de Comunicação que éramos, especialmente Hérica e eu entrando na vida adulta, mantivemos nosso “cool”. Afinal, provavelmente em nosso destino profissional encontros desse tipo poderiam se tornar corriqueiros.

Oi. Boa noite! Gabriela. Muito prazer”, sorrisos. Super normal tomar uma cerveja com o Sócrates.  O susto da batida passou. Eu não lembro exatamente sobre o que conversamos. Sócrates já não jogava futebol, mas era personalidade e um cara muito envolvido com as questões sociais. Sei que falamos da situação no país, e muito provavelmente entramos no tópico das eleições municipais daquele ano em Ribeirão.

6e7d0b0a-1f01-4a25-9cb0-8313ad1f107cMesmo mantendo nossa calma, como se fosse nada mais que uma cerveja com a turma da classe,  embaixo da mesa a realidade era outra. Eu e a Hérica não parávamos de nos chutar, e vez ou outra trocávamos uma risadinha confidente. “Ai se meu pai estivesse aqui”. 

Embora a vida do Sócrates tenha envolvido muito mais glamour que a vida que eu, a Hérica, e a Dani conhecíamos na época, ele foi um desses atletas que usou sua popularidade para dar voz à uma causa. Naquele dia eu vi um dos ídolos da minha infância, um cara considerado LENDA, exatamente como ele era: um cara normal. Um homem preocupado com o destino da sua nação, consciente de seu papel como influência, apreciador de uma birita, de cigarro queimando no cinzero, e de boa conversa.

Não ficamos até o encerrar da conta. Nunca mais cruzei com o Sócrates em Ribeirão. Mas esse dia ficou. Lembro que quando finalmente entramos em casa, eu e Hérica sentamos no chão e começamos rir, pensando em como contaríamos aquele episódio para  nossos Corinthianos preferidos. Hoje, pensando nos rumos que o Brasil tomou politica e socialmente, me peguei imaginando qual seria o posicionamento do Sócrates. Porque ele, assim como tantos de nós, também acreditava que era preciso gente nova no poder, sem os vícios da corrupção.

Eu não sou qualificada para falar sobre futebol ou sobre jogadores de futebol. Por isso nem vou tentar comparar o Sócrates aos novos idolos do esporte para dar perspectiva para as novas gerações. Pra isso deixo a sessão dos comentários abaixo aberta ( e um #ficaadica pros amigos entendidos de bola). Mas talvez, só pra provocar,  não exista comparação: porque lenda é lenda.

Para saber mais sobre o Sócrates dá aquela pesquisada online. 
Super obrigada Márcio Neves, pelo help com as fotos.

 

Idosa confunde curvex com tesoura

Ontem eu comprei um curvex novo. Fui na loja pra pesquisar uns preços e porque precisava de um blush. Sai de lá com um baton, um blush, um frasco de perfume, e o curvex, que estava na promoção. E o quê que você tem com isso? Pra falar a verdade, nada. Mas é que o curvex novo me trouxe uma memória velha, que de tão doce colocou um sorriso no meu rosto e mudou meu dia. Essa é uma história sobre como objetos banais podem ter conexões divinas. A gente só precisa olhar direito.

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