sobre o Amor

IMG_0132O amor. Sou estranhamente obcecada por esse sentimento. Amo as manifestações de amor, em todas as suas formas. Vejo o amor como algo que pertence ao ser humano, a ponto de ser fundamental a nossa existencia. Dependemos de amor, assim como dependemos de ar, comida, de água. Triste aquele que não conhece o amor. Porém, ainda mais triste é aquele que simplesmente se fecha para o amor; aquele que não aprendeu amar com o amor que recebeu ou que, simplesmente, é egoísta demais pra aceitar que um sentimento possa ser tão forte a ponto de te fazer rever seus próprios conceitos e idéias sobre a “vida ideal”.

Amor verdadeiro quebra barreiras, encara preconceitos, suporta meses de inverno (eu tinha que mencionar isso). Amor verdadeiro encontra conforto na simplicidadede um sorriso e proteção em apenas um abraço. Quando você ama pra valer, a grande preocupação da sua vida torna-se o bem estar do outro e não mais suas conquistas.

Amor assim sabe o significado de compartilhar e entende que, nesse caso, dividir é somar. E é tão bom viver “in love”. Tipo assoviando com os passarinhos mesmo!!! … Porque parece que até quando as coisas vão mal, elas estão bem.

Por aqui, dentre os seriados que assisto e graças a invenção de Hulu e Netflix, acompanho especialmente três, todos comédia, que expressam bem o amor do qual me refiro: Modern Family, The New Normal e Up All Night (desculpem, eu não vou descrever os seriados, mas vocês podem clicar nos sites pra saber um pouco mais de cada um deles). Todos eles tem como foco principal o desenrolar do dia-a-dia e dos conflitos dentro de uma família e, embora sejam comédias, a forma como os conflitos são abordados e como se aproximam da realidade as vezes é perturbante. Adoro os desfechos narrados por um dos personagens (especialmente em Modern Family e The New Normal). Em alguns casos, sinto como se um episódio conseguisse aliviar o peso em meus ombros e o reservatório de lágrimas dos meus olhos.

O interessante é que cada um desses shows, salvo sua forma hollywodiana/california de ser, consegue passar um pouco da vida como ela é. De como quando se tem união, respeito e amor pelo outro (ou outros) as diferenças somem. Cada um é cada um. Essa é a beleza. Somos diferentes e estranhos aos olhos de uns; mas perfeitos aos olhos daqueles que realmente importam.

Até 🙂

 

qual a sua geração?

Vi este vídeo ontem e estou com ele martelando minha cabeça desde então. Olhando para o passado, do dia que graduei na faculdade, para hoje, acho que já passei por umas três gerações diferentes – X, Y, Z.. etc. Agora tem uma nova? Milenium… É isso produção? De qualquer forma, o que vale dizer, é que me senti acolhida ao assistir esse vídeo. Sou parte da geração (independente da letra que nos rotula) que caiu no mercado de trabalho ao mesmo tempo que a internet. Na minha época (aí e eu nem tenho idade pra usar tal frase) fotografia tinha que ser revelada, telefone ficava em casa e a internet era discada, geralmente usada durante a noite pra não atrapalhar o telefone. Mas tudo isso durou pouco. E é incrível como esse pouco pode também ser traduzido como rápido. Hoje em dia quero entender melhor as redes sociais, como elas interagem. Afinal, esse não só é o novo berço da comunicação, mas também é onde meu filho, muito provavelmente, manterá parte de sua vida social. Esse é um caminho sem volta (a não ser que a gente tenha um blackout cinematografico no mundo). Por isso, esse vídeo, chamou tanto minha atenção. Por isso, resolvi compartilhar com você. Minha resposta pra pergunta: SIM. Eu faço o que me faz feliz. Mas…. (porque sempre tem um mas… porque amanhã não será igual a hoje).

 

Lenço de Papel

Essa é uma daquelas semanas – “Criança Doente”. Eu tento e tento evitar falar sobre maternidade nesse blog, especialmente porque não quero cair na mesmice e clichê de escrever sobre “ser mãe” depois de ter me tornado uma. Mas tem horas que escrever (pra mim) é o melhor remédio. Porque quando seu filho está doente, acredite… você pode ser quem mais precisa de remédio.

Criança doente é cansativo, frustrante. “A bem da verdade” (como diriam os mais antigos em minha terra): é um saco! Tira a família inteira da rotina, detona com seus planos e o pior faz com que você sofra de forma inexplicável. Enfim.. cá estou tentando uma dose de desabafo pra ver se passa.

Meu pequeno homem está resfriado. Nariz super escorrendo e uma tosse que só vem quando é de noite e ele já está dormindo. Engraçado isso né! Passa o dia brincando, sem tossir, mas quando dorme lá vem ela – COUGH COUGH COUGH… e como ele ainda não sabe o que está acontecendo, porque a tosse é acompanhada de catarro e ele fica perdido com esse fluxo estranho na garganta, dá-le chorar, tossir, engasgar, enfim.. madrugada a dentro uma diversão só.  E eu dormir que é bom.. hã!!!

Não fosse só a falta de sossego noturno, tenho descoberto que quando um filho pequeno fica doente, você (mesmo que esteja na mais plena saúde) vai parecer doente também. Por que? Bom..

Kleenex "Cool Touch": com loção hidratante e sensação refrescante. Parece slogan de creme para barbear, mas é ótimo pra não irritar o nariz.
Kleenex “Cool Touch”: com loção hidratante e sensação refrescante. Parece slogan de creme para barbear, mas é ótimo pra não irritar o nariz.

primeiro porque você desenvolve olheiras. Depois resolve que é melhor ficar de pijama o dia inteiro mesmo, já que dificilmente sairá de casa carregando uma bomba de germes (especialmente nesse país). Seu principal companheiro torna-se um pacote de lenço de papel e mesmo assim, se seu filho está em idade de colo, parte da sua roupa também parecerá um lenço de papel. Com todo esse estímulo, maquiagem, batom e cabelo arrumado tornam-se algo com os quais você sonha (nos poucos minutos que consegue dormir).

E aí, pra terminar, quando a criança finalmente melhora, você nota que sua garganta está raspando um pouquinho e que seu apetite se foi e que … cough cough cough!!!! …

Até 🙂