Dear Phone,

before I start, I need you to understand that I love you. Yes, I do. At first, I thought it was just a quick fling, I really thought I had developed for you a kind of attachment that was easy to manage, but as the time has gone by, I’ve been noticing I’m getting more and more dependent on you. Our relationship has grown so much in the past years, that I’m afraid it’s getting to a point of no return, and I don’t want that to happen.

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#madewithpaper #paper53 #paper

I want to respect you for what you are: a phone. Yes, you became pretty handy with all this smartness you added to your calling ability, but you are still a phone. That’s the reality that we can’t change.

You and I knew, since the beginning, that I was (and still am) committed. And it just so happened my guy helped me add another one to our relationship. They both are my priorities. And I’m not even going to mention all the house duties, my work plans, and other little things that come along the way.

… I really don’t know how to say this without being rude, my dear phone, so I’ll just go ahead and spit it out: we have to break up.

Sorry. This isn’t working for me anymore. I’m getting very addicted to you, and it’s not good. A lot of the stuff you want us to do together, can be done later, when there is nothing else going on. You and I will have to learn to wait for the right time.

What?.. _ What about the people texting me?, you ask.

Well… Dear Phone somethings will have to wait. Or, even better, be done the old fashion way: through a call. Let’s face it: if something is so urgent that can’t wait for a reply, it better be done in a conversation by voice (faster and more efficient).

Yeah, Yeap… go ahead and laugh at me as much as you want Dear Phone. You know it will be very hard for me. News flash: I know that too. I know how difficult it is to break a habit, I was a smoker once (and I cheat on my non-smoking self every once in a while). But I have will-power and an infinite love for my guys, so if we want to get this thing between us under control, we will have to learn to balance our relationship with the outside world. Because in reality the world you are just my window to, can wait.

Sincerely,

😉

Now, what about you? Tell me about your relationship with your phone in the comments bellow. Do you have a story to share?

Quer uma dica?

Para as brasileiras e brasileiros espalhados por esse mundo, Amélias e Amélios, Candinhas e Candinhos, Mamães e Papais… enfim, para você que esta balanceando a vida profissional com a rotina doméstica: vale super a pena conhecer o trabalho da jornalista Cris Prezotto, do blog Dicas da Candinha.

A Cris começou em telejornalismo lá em Ribeirão Preto, depois passou pelas emissoras da região de Campinas e agora vai conquistar brasileiros espalhados pelo mundo com “dicas e truques de limpeza, organização e cozinha”. Palavra de eSTRANGERa sempre-alerta03 😉

A Cris é um respiro no dia. Super alto-astral, ela transforma essas nossas tarefinhas domésticas (como a hora de arrumar as crianças pra escola, preparar lanche, dar um tapa na casa, pensar a refeição) em algo mais prazeroso e fácil. Mas o segredo não está nas dicas que a Cris dá (porque uma hora ou outra você vai esbarrar em algo que a sua mãe já te falou). O segredo das dicas é exatamente a Candinha e a forma como ela nos transmite esses conhecimentos tão populares.

Cris
Olha a Cris aí, no programa com a dica sobre Limpeza de Microondas.

Da pra checar dica na pausa pro café, enquanto espera filho sair da escola, na fila do caixa do supermercado, na sala de espera de médico, enquanto está fazendo a unha (aqui no estrangero não dá pra ficar amiga da manicure, porque as chances de ela não falar seu primeiro e nem o seu segundo idioma são grandes, então a gente não fica muito de papo. By the way, eu tento), enfim onde você quiser. #melhornaocontinuar

Olha só, por que você não dá uma conferida no que estou falando? Acesse os links abaixo e escolha o seu jeito preferido de seguir a Cris… opss.. a Candinha:

E se quiser me agradecer por essa dica é só seguir o eSTRANGERa também. Prometo que trago mais dicas legais. Até 😉

Número 38

Não é só um numero. Não é um ano a mais. É um tempo. Um tempo de conhecimentos e de experiências acumuladas. O meu tempo.

Tive época de desenvolver meu sistema motor, cognitivo, afetivo. Aprendi cheirar, saborear, ouvir, sentir, ver, me mexer, pegar, rolar, sentar, andar. Aprendi chorar e sorrir. Aprendi sobre feições. Sons. Aprendi falar.

E depois ainda vieram: segurar, colorir, numerar, correr, subir, pedalar, me ralar. Só então aprendi escrever.

A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T U V X  Z (naquele tempo não tinha KWY). Aprendi ler.

Então foi a vez de começar imaginar, sonhar, dançar, e planejar. Fortificar laços. Entender a amizade. A dor de me frustrar. Aprendi Beijar. Amar.

Teve essa época maluca que veio depois: colegial, EUA, faculdade. Comunicação Social. Pra ficar na memória, meu coração emocional. Na parte boa da palavra Saudade, que na minha interpretação está diretamente ligada ao futuro.

E claro, depois disso tudo eu ainda aprendi pagar imposto, fazer contas, bater cartão. Comprei um carro (que levou três anos pra pagar). Militei. E me decepcionei.

38 1Namorei. Larguei. Namorei. Fui Largada. Namorei. Não deu certo.

Fiz mudança… várias vezes. Um saco (sério, detesto empacotar… me distraio demais e demora muito)

Daí eu cansei. Queria voltar lá no sonhar e planejar, mas o meu tempo pulou uma parada estratégica, aquela em que eu aprenderia realizar.  Aprendi rezar e meditar.

Meu tempo então me deu um tempo.
Pra ser mulher.

O meu tempo agora é 38. Ele vem com dois amores e uma cachorra, algumas tatuagens, dois países, um violão preto, um capacete de flor, algum equilíbrio (desde que não seja a terceira semana do ciclo), sangue pra cabeça e uma vontade louca de criar.

 

E vem coisa bacana por aqui. A todos vocês, que estão comigo nesta jornada: Obrigada!

Até 😉