The beauty of Bella’s

This beauty right here (the photo)

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Lobster bisque, croutons, pasta salada (one of the side options), apple juice, and tuna salad on white bread (they have other options of bread). Photo by: Gabi Hoover

is the reason why I’m back to my blog’s english corner (by the way, HELLO.. and thank you for taking the time to read it).

This is Bella’s Lobster Bisquê, a delicious cream, perfectly seasoned for a full flavor lunch experience. Ohh.. yeah.. I just used a lot of adjetives to describe a soup, but it has become one of my summer favorites.

Bella’s, a little bistro/bakery located in Clayton -NY, overlooking part of the St. Lawerence river in the  #1000Islands, has unique dishes, all created in it’s kitchen and using mostly local products. Last year, among other entrées, we were great fans of the Crabcake BLT (hoping it will be back in the menu). Their spinach salad is also tasty, and the pastries … yummmmm!!! 

Now, please understand: I am not a food critic. I am a food fan. And as a Brazilian, I love flavorful food that is not overpowered by spices. During summer, the #ThousandIslands region is booming with the local restaurants, bistros, coffee shops, and ice cream parlors. For the past three years, my husband and I go out on little motorcycle trips, exploring the area and trying it’s flavors. Bella’s has never disappointed us. Not only is the food delicious, but the service, the ambience, and attention of it’s staff is great. Ohh well… and to top it all off: THE BEAUTIFUL VIEW provided by the #StLawrenceRiver.

This week we visited Bella’s for the first time for 2016. It was a quick visit and we got to take our boy with us for the first time. The place is open and going with options for breakfast, a super cute children’s menu, and honest prices.

In case you need a good excuse to go for a drive… here is my little tip.

See you 😉

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Atenção!

Ainda voltando de férias

Já tem alguns dias que chegamos em casa, depois de três semanas no Brasa. Embora as malas estejam desfeitas, as roupas lavadas, a casa dentro do possível organizada, e a geladeira abastecida, ainda me sinto como se estivesse voltando de férias, como se ainda tivesse um vôo pra apanhar, e malas pra desempacotar.

Nesta minha vida eSTRANGERa, férias se tornaram sinônimo de final de semana na casa dos pais (sabe quando a gente, que já saiu da barra da saia, vai encontrar com a família e ter um longo almoço de domingo) e tudo que está incluso quando visitamos o “berço” onde crescemos e criamos nossos vínculos sociais. Férias pra mim é ir ao banco na Praça da Catedral, tomar uma com os amigos, cafezinhos com bolo, pizza, x-egg em um carrinho de lanche (estrangerizado na categoria gourmet para food truck), banana para os macacos no bosque em Águas da Prata, sorvete de Prestigio na sorveteria da Angelina, e passeio no trenzinho do Maurício aos domingos. Esquema roots!!!

Acontece que nestas últimas férias, essas das três semanas passadas, fui atingida diretamente no peito pelo acaso chamado: VIDA. Aquele lance, sobre o qual já escrevi, de querer planejar o dia, mas o dia não te planejar nele.

Em primeiro lugar, descobri que meu corpo – sempre reclamando do frio – não se deu conta do quanto se adaptou à vida no hemisfério norte. Que calor é esse??? Gente pelamor como é possível ser produtivo depois do almoço no Brasil??? Entendo que seguimos um calendário, que existem leis, que o pessoal descansa a noite.. blá blá blá.. mas pelo bem estar de uma nação é preciso repensar esses horários. Sei que parece loucura, mas acreditem, se feito corretamente a vida seria mais feliz e menos suada.

Mas vai, mesmo com tanto calor, ainda dá pra aproveitar. E esse era o plano. Mas, novamente, vida vem e traz surpresas. Os acasos. As coisas que não estavam no script: estomatite, ressaca, virose, diarréia. E lá se vão duas semanas tentando equilibrar os cuidados com a família com a ânsia de me reconectar com minhas raízes. Tudo isso em dois idiomas e suando.

Exhausting!!!

Engraçado é que independente do cansaço, da preocupação, e da sensação de que deixei muito pra trás, nenhuma obra do acaso tira meu contentamento e alegria pelos momentos que pude compartilhar com aqueles que amo. Férias tomaram outro sentido desde que virei eSTRANGERa. Quero conhecer, explorar, e estar em diferentes lugares, ao mesmo tempo em que preciso de uma noite com meus irmãos (os de verdade e os escolhidos) e do sorriso dos meus sobrinhos.

Não sei se é assim com todo mundo que mudou de território. No meu caso, nesta batalha de férias ainda ganham os momentos que me fizeram quem sou e que ensinarão meu filho entender mais sobre mim e suas raízes.

Até 😉

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Home office

As vezes tudo que eu queria é que minha fantasia de um “home office” se transformasse em realidade. Porque a realidade é assim: bater uma máquina de roupa entre um texto e outro e, ainda, ter um astronauta acampando embaixo da mesa.

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Eu sei que vou morrer de saudades dessa fase da pessoa pequena, mas tem dias que dá vontade de acelerar pro mês de setembro, quando ele finalmente começa a escola em período normal – kindegarden – por aqui. Como não temos pré-escola, ou a criança vai para um day-care (creche) ou fica com um dos pais. As escolinhas são muito limitadas em relação ao tempo – normalmente oferecem período de 2 horas e meia, três vezes por semana.

Eu e meu Parça in crime optamos por stay-home parent (que traduz para pai/mãe que fica em casa). Eu, no caso, sou o que stay-home (na minha família dá pra falar que sou um mix de stay home e stay in the car porque a gente mora na floresta e nada fica perto de casa). Sarcasmo a parte, eu sinceramente não troco essa vida. Mas também não escondo que um período mais longo de me time será excelente para o rendimento do home-office.

Até 😉