17 Signs You’re What’s Known As A ‘Highly Sensitive Person’ — Thought Catalog

Sanja MarušićIn 1997 a surprise best-seller consumed the book market. It was a reference guide for a specific kind of person, The Highly Sensitive Person. A “highly sensitive person” or HSP is characterized by being more emotionally intelligent than most — feeling things more deeply and being more sensitive to the energy of others. About…

via 17 Signs You’re What’s Known As A ‘Highly Sensitive Person’ — Thought Catalog

Mãe que trabalha

Antes de começar, deixa eu dizer uma coisa: toda e qualquer mãe TRABALHA. Algumas trabalham fora de casa, outras trabalham em casa, algumas tem um retorno financeiro por seu trabalho profissional, outras nem tanto. Tem, ainda, uma certa porcentagem de mães que costumam dizer que “não trabalham”. Mas a verdade é: se é mãe, trabalha.

A gente pode nem se dar conta, porque a história nos fez acreditar que cuidar de filho é obrigação (embora, sejamos francos, se você resolveu ter um filho tem sim a missão de cuidar dele, mas a obrigação é tanto da mãe quanto do pai. Igual). E, ainda, temos a casa, a cozinha, as roupas, o supermercado, o que fazer para o jantar, a agenda da família, leva e busca aqui e ali… aff.. só de pensar já dá canseira.

Enfim, fiz esse preambulo todo pra me ajudar a trocar uma idéia com você e, de certa forma, expor um pouco minha angústia sobre ser uma mãe que optou em parar o trabalho (com retorno financeiro) e se dedicar às necessidades da família, temporariamente. Tudo com o apoio, incondicional, do meu marido (quando mudei de país, sabíamos que por um tempo teria de ficar sem trabalhar até que minha documentação estivesse regularizada, e depois quando engravidei decidimos que era mais vantajoso financeiramente que um de nós ficasse em casa. Eu fui a escolhida, uma vez que o mercado farmacêutico paga melhor que o de comunicação).

E daí? (você deve estar pensando)

Daí que recentemente eu voltei ao mercado de trabalho, escrevendo e fazendo pequenos freelas* diretamente do meu home office (…phina). Mas, ao mesmo tempo que estou borbulhando de idéias e de vontade de colocar tudo em pratica, também me deparo com uma dura realidade: é difícil trabalhar de casa.

Eu sei que tem gente que tira isso de letra, e acredito que eu serei uma dessas pessoas. Mas ainda não. Não enquanto tenho uma criança em casa em período integral. Enquanto preciso alimentar e cuidar, ensinar como escovar o dente, como limpar o bumbum, ajudar na lição da escolhinha, e brincar.

Por mais que entenda e aceite essa fase (essa foi minha escolha), é muito difícil admitir que ainda não tenho o tempo necessário pra me dedicar aos projetos profissionais. Me pego sonhando com o dia em que meu pequeno irá pra escola em período integral e eu terei horas de atividades sem interrupção. Não posso dizer que sinto vontade de ir pro escritório (essa vontade eu perdi há alguns anos), mas tenho inveja de quem consegue deixar os afazeres domésticos e maternais para cuidar da carreira. Continuar lendo “Mãe que trabalha”

Sobre quando corpo fala

A sensação de ser mulher e interagir com uma máquina dessa (que além da mecânica, tem história e um imaginário coletivo carregado de simbolismo) Você me pergunta. A sensação está na sutileza do dedo que vai pra todas as pessoas que aceitam e reproduzem a ilusão de que “isso” não é coisa de mulher, porque é perigoso e porque não é ambiente apropriado … afff .. Deu né gente!!!

Dedo

“Isso” é perigoso SIM. Mas também é libertador, empoderador, incrível. … O perigo existe tanto para as mulheres quanto para os homens, ou para as meninas e para os meninos.

O que vale a pena então?

“Isso” vai para as minhas meninas: as pequenas, para que saibam que elas podem fazer o que quiserem na vida delas, porque diferença física não é diferença de capacidade; e para as grandes, porque temos a grande responsabilidade de mudar o mundo por meio da educação e dos valores que passamos aos nossos filhos e filhas.

and by the way:  my man is awesome!

Até 😉

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